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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

CURSO SOBRE MEIO AMBIENTE MODALIDADE EAD

NOVO CURSO EAD NVEL EXTENSÃO
PROFESSORA VANESSA FRANCISCO



MEIO AMBIENTE






PROFESSORA VANESSA M C R FRANCISCO

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VANESSA FRANCISCO


CADA ALUNO DEVE APRESENTAR UM TRABALHO DE FINAL DO CURSO

VERSANDO SOBRE MEIO AMBIENTE DE PREFERÊNCIA SOBRE SUA REGIÃO DE RESIDÊNCIA OU TRABALHO

PROPOSTAS SOBRE TEMAS DEVEM SER ENVIADAS PARA

VANESSAPALEONTO@HOTMAIL.COM


domingo, 14 de setembro de 2014

O gás do folhelho

Gás do "Xisto"



Uma nova fonte de combustível fóssil está mudando o panorama energético de alguns países e promete ser o início de uma nova era no panorama energético mundial: o gás natural extraído de folhelho (shale gas, em inglês).
Folhelho é uma rocha argilosa de origem sedimentar; xisto é uma rocha metamórfica, de outra origem, portanto. Mas, há uma longa e equivocada tradição brasileira, inclusive entre técnicos da Petrobras, de chamar folhelho (shale) de xisto (schist), daí se falar muito em gás de xisto.

A obtenção de gás natural e óleo a partir de folhelho não é novidade e nos Estados Unidos ela vinha sendo tentada desde 1821.  No Brasil, antes mesmo da criação da Petrobras o Conselho Nacional do Petróleo já estudava um meio de extrair óleo de folhelho betuminoso da Formação Irati, iniciando uma usina-piloto em Tremembé (SP), no Vale do Paraíba. Com a criação da Petrobras, em 1954, os estudos continuaram e desenvolveu-se o Projeto Petrosix, também em escala piloto e em Tremembé. Mais tarde, a Petrobras criou a Superintendência de Exploração do Xisto  e um projeto semi-industrial em São Mateus do Sul (PR), que hoje processa 5,5 mil toneladas de folhelho por dia e produz cerca de 4.000 barris/dia de óleo. Esse processo já despertou inclusive interesse internacional, tendo sido exportado para Jordânia, Marrocos, Estados Unidos e China. Ele produz, além de óleo e gás, nafta e enxofre.
O óleo extraído do folhelho betuminoso é chamado de querogênio e tem as mesmas utilizações do petróleo.
Os processos usados até recentemente eram antieconômicos. A mudança começou em 1990, quando George Mitchell, magnata do petróleo texano descobriu uma nova maneira de extrair o gás do folhelho.  Seu processo deu tão certo que levou os Estados Unidos a reduzirem a importação de petróleo e o uso de carvão mineral e em 2009 pela primeira vez aquele país exportou mais combustíveis fósseis e seus derivados do que importou.
O preço do gás natural caiu, nos Estados Unidos, de US$ 9 por milhão de BTU (unidade britânica de calor) para US$ 1,82 (no Brasil, o gás custa cinco vezes mais).  Prevê-se agora que o gás assim obtido será o combustível mais importante do século XXI, tão grandes são as reservas de folhelho betuminoso espalhadas pelo mundo, inclusive no Brasil.
O gás do folhelho responde, por enquanto, por apenas 8% da eletricidade gerada nos EUA. Segundo a Agência Internacional de Energia, a partir de 2035 ele poderá atender 8% da demanda mundial. Em 2000, o gás de xisto representava 1% do total de gás natural consumido nos Estados Unidos, mas hoje corresponde a 16%. Em 2035, poderá chegar a 46%, tornando aquele país autossuficiente em gás natural.
A produção de gás a partir do folhelho é crescente hoje também em países como Canadá, México, Argentina (5% do consumo nacional) e África do Sul.

Reservas internacionais de gás em folhelho

As reservas em folhelho representam 10% do total do petróleo e 32% do gás disponíveis no planeta, segundo a Agência de Estudos sobre Energia dos Estados Unidos.
Mais de trinta países possuem reservas de gás em folhelho, mas poucos aproveitam comercialmente essa fonte de energia. As maiores reservas mundiais estão na China (36,1 trilhões de metros cúbicos), que só em março de 2012 perfurou seu primeiro poço. O segundo colocado em reservas são os Estados Unidos (24,4 trilhões de metros cúbicos), seguindo-se o México (19,3 trilhões)
O folhelho betuminoso, que fornece óleo, é importante em países como o Canadá, mas, em temos globais, é menos importante que o folhelho que fornece gás.

O novo processo de obtenção do gás

A extração do gás contido no folhelho utiliza duas técnicas. Uma é a chamada fratura hidráulica (fracking, em inglês) e consiste em fraturar as finas camadas de folhelho com jatos de água sob pressão. A água recebe adição de areia e de produtos químicos que mantêm abertas as fraturas provocadas pelo impacto, mesmo em grandes profundidades. A segunda técnica é aquela desenvolvida por George Mitchell: a perfuração horizontal da camada de rocha portadora de gás.

O folhelho betuminoso no Brasil

O Brasil conta com grandes áreas de folhelho betuminoso, não só no Paraná, já citado, mas também no Rio Grande do Sul e em outros sete estados pelo menos.
Em 1979, a Comissão Especial do Xisto, da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, defendeu a instalação, naquele estado, de uma usina de processamento do folhelho pirobetuminoso lá existente, cujas reservas potenciais já eram conhecidas.  A proposta, porém, não foi levada adiante.
A Agência Internacional de Energia coloca o Brasil em 10º lugar em temos de reservas de folhelho (China, Estados Unidos e Argentina são os primeiros colocados). As reservas brasileiras estão sobretudo na Bacia do Paraná, na Formação Irati, que ocorre na região Sul, além de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, e são de 6,4 trilhões de metros cúbicos.
Atento à importância dessa nova fonte de energia, o governo brasileiro decidiu testá-la e, em outubro de 2013, fará o primeiro leilão de áreas portadoras desse tipo de jazida.
Segundo Adriano Pires, da empresa de consultoria Centro Brasileiro de Infraestrutura, se o gás de folhelho se mostrar viável e barato no Brasil, “tem tudo para reduzir a importância do pré-sal”.
Em setembro de 2012, a Shell anunciou que no ano seguinte abriria o seu primeiro poço em busca de gás em folhelho, na bacia do rio São Francisco, em Minas Gerais. Representante daquela empresa disse que a Shell caminha rumo a uma produção de gás maior que a de petróleo, embora ambos os combustíveis continuem sendo importantes para ela.

O gás do folhelho e a questão ambiental

A extração do gás natural a partir dessa nova fonte não está livre de efeitos colaterais indesejáveis. O processo utiliza grandes volumes de água e, o que é pior, com adição de produtos químicos como o benzeno, o que resulta em uma água ácida. Doenças no gado e em outros animais têm sido atribuídas à contaminação do solo por essa água e teme-se até que a extração do gás por fraturamento da rocha provoque pequenos tremores de terra.
A preocupação é tão séria que o processo está proibido na França, Bulgária e em alguns estados da Austrália, Alemanha e Espanha. Até mesmo o Estado de Nova Iorque, nos EUA, proíbe sua utilização, pois a água que abastece a cidade vem do aquífero onde está o gás. Aqui, as diretorias da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e da Academia Brasileira de Ciências solicitam que seja sustada a licitação de áreas para a explotação de gás de folhelho (...) por um período suficiente para aprofundar os estudos (...) sobre a real potencialidade da utilização da fratura hidráulica e os possíveis prejuízos ambientais. 
Os aditivos mais frequentemente usados totalizam cerca de sessenta substâncias.
Há temores também de que o metano contido no folhelho possa escapar para a atmosfera, contribuindo para o efeito estufa. Na Pensilvânia (EUA), em certos locais próximos a minas de gás em folhelho a água sai da torneira com tanto metano que é possível pôr fogo nela. Mas, ainda não se conseguiu confirmar a procedência desse metano.
No Brasil, o aproveitamento do gás existente em folhelhos está longe de ser um consenso entre os geólogos. A Agência Nacional de Petróleo diz estar estabelecendo as regras para sua extração, mas elas não estarão prontas até outubro, quando será realizado o primeiro leilão de áreas para extração de gás.  A preocupação é muito procedente, pois em São Mateus do Sul a USP verificou excesso de poluentes atmosféricos e até mesmo presença de mercúrio no leito de um rio, o que motivou ação da promotoria local contra a Petrobras.

FONTES:GÁS dos estados Unidos tira mercado do Brasil.  Porto Alegre, Zero Hora, 13.05.2013.  p. 19.  il.
GIANINI, T.  O Brasil está atrasado na exploração de uma fonte de energia limpa. São Paulo, Veja, 17.03.2012.
OLIVEIRA, G. 6 respostas sobre a rocha que substitui o petróleo.  São Paulo, Época, 15.04.2013.  p. 63-66.
PATELLA, L.  Gás de folhelho:herói ou vilão?  Porto Alegre, Conselho em Revista, 10(98):26-30. Set./out. 2013. Il. 

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

CURSO DE GEOLOGIA MODALIDADE EAD NIVEL EXTENSÃO


INSCRIÇÕES ABERTAS
www.inetep.com.br


Conteúdo Programático

As ações de Qualificação Social e Profissional são de caráter formativo e de diversas naturezas, devendo incluir, de forma integrada, os conteúdos indicados a seguir, sem prejuízo de outros que se definam em função da realidade local, das necessidades dos/as trabalhadores/as, do desenvolvimento do território, do mercado de trabalho e do perfil da população a ser atendida.

ÍNDICE:
 
CONTEÚDO DOS MÓDULOS:

CONCEITOS BÁSICOS
  • O geólogo e suas ferramentas
  • Conceitos de:
    • Geologia
    • Geomorfologia
    • Geoquímica
    • Geopetal
    • Geotectônica
    • Geofísica
    • Geodésia
    • Geosfera
  • O planeta Terra e suas camadas
  • As rochas
  • O solo
  • Superfície terrestre
  • Tectônica de Placas
  • Afloramento
TEMPO GEOLÓGICO
  • Tempo geológico
  • A origem da Terra
  • A história da Terra
  • A escala de tempo geológico
  • Os processos geológicos
  • Estratigrafia
  • Os diferentes métodos de datação
MINERAIS
  • Os minerais
  • Os minerais em nosso cotidiano
  • O conceito de mineral
  • Ocorrências minerais
  • Mineralóides
  • Produtos sintéticos
  • Classificação dos minerais
  • Propriedades físicas
ROCHAS
  • Composição das rochas
  • Classificação das rochas
  • Rochas sedimentares
  • Rochas metamórficas
  • Fácies metamórficas
  • O ciclo das rochas
  • Intemperismo
ESTRATIGRAFIA
  • Estratigrafia
  • Estratos
  • Arqueologia
  • Pedologia
  • Paleossolos
  • Geodiversidade
  • Paleontologia
DINÂMICA INTERNA
  • Estrutura da Terra
  • Afloramentos
  • Vulcanismo
  • Sismologia
  • Crosta terrestre
  • Astenosfera
  • Manto
  • Falhas
  • Dobras
  • Tipos de dobras
DINÂMICA EXTERNA
  • Dinâmica externa
  • Intemperismo
  • Ciclo das rochas
  • Formação dos sedimentos
  • Classificação dos sedimentos
TECTÔNICA DE PLACAS
  • Histórico
  • A deriva continental de A. Wegener
  • Pangea e Gondwana
  • As placas tectônicas
  • Zonas de divergência
  • Zonas de convergência
GEOLOGIA HISTÓRICA
  • Geologia histórica
  • A paleontologia
  • Os fósseis
  • A arqueologia
APLICAÇÕES DA GEOLOGIA
  • Mineração
  • Petróleo
  • Hidrogeologia
  • Geologia de engenharia
  • Meio ambiente
  • Arqueologia
  • Paleontologia
  • Geologia médica
 


Avaliação
As respostas dos exercícios de cada módulo são obrigatórias para aprovação.
A média final mínima para aprovação no curso é 7,0 (sete) com base nas respostas corretas dos exercícios.

SAIBA MAIS www.intetep.com.br
 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

RESERVAS DE TERRAS RARAS E DE NIÓBIO

 
 
 
SAIBA O QUE ACONTECE COM NOSSAS RESERVAS DE TERRAS RARAS E DE NIÓBIO
 
BENEDICTO RODRIGUES
CHEFE DA DTE DE RECURSOS MINERAIS
DO CLUBE DE ENGENHARIA
 
 
 
APOIO DE
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 5 de abril de 2014

GEMOLOGIA CURSO EAD

GEMOLOGIA

CURSO MODALIDADE EAD
NIVEL EXTENSÃO
INETEP    www.inetep.com.br

INSCRIÇÕES A PARTIR DE -1 DE MAIO

INÍCIO DO CURSO EM JUNHO DE 2014

ENTRE EM CONTATO COMO INETEP E FAÇA RESERVA DE VAGA

COORDENADOR PROFESSOR J H IUDICE


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

NOVO CUIRSO GEOLOGIA EAD NO INETEP

CURSO DE GEOLOGIA EAD ABRE INSCRIÇÕES
O INETEP oferece o CURSO DE GEOLOGIA na modalidade EAD, nível EXTENSÃO, coordenado e realizado pelo Professor Benedicto Rodrigues.


A proposta tem por objetivo contribuir para inserção e permanência de pessoas no mercado de trabalho profissional e a geração e melhoria de renda através de sua adequada qualificação profissional.
Os conhecimentos adquiridos possibilitarão aos alunos participar ativamente do mercado de trabalho seja através de concursos públicos seja através de empregabilidade em empresas privadas que necessitam desses profissionais, mormente nas áreas de engenharia, mineração, meio ambiente, petróleo e gás, ensino e pesquisa
MAIS INFORMES NO SITE

sábado, 14 de setembro de 2013

GEOLOGIA DO QUATERNÁRIO

SOCIEDADE BRASILEIRA DE GEOGRAFIA COM APOIO DO CBA APRESENTA
 
GEOLOGIA DO QUATERNÁRIO
 
MINI CURSO MODALIDADE EAD
 
NÍVEL EXTENSÃO
 
 
MAIS INFORMES COM sobento@gmail.com
 
 
Benedicto Rodrigues
Coordenador

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Curso livre de geologia online 2013

Curso livre de geologia online 2013 earth.gif

 Nível extensão

Grátis para associados da SBGeografia


Sociedade Brasileira de Geografia


 Duração de oito semanas em média



Inicio logo apos a matricula do aluno




Mais informes com sobento@gmail.com ou vanessapaleonto@hotmail.com.br

http://www.socbrasileiradegeografia.com.br/inicio.htmlhttp://www.socbrasileiradegeografia.com.br/inicio.html





sexta-feira, 26 de julho de 2013

Miguel de Souza Medeiros: Dia do arqueólogo

Miguel de Souza Medeiros: Dia do arqueólogohttp://www.blogger.com/home:    Sabemos muito bem que o mundo todo está com os olhos voltados para o Rio de Janeiro, onde o Papa Francisco traz um novo alento para a hu...

http://www.blogger.com/homehttp://www.blogger.com/home

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pedras, Gemas e Joias do Rio Grande do Sul

Qualificar as empresas para incrementar a competitividade de seus produtos no mercado, alavancando assim toda a sua cadeia produtiva.  Esta é uma das estratégias da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI) para incrementar a atividade econômica do Arranjo Produtivo Local (APL) de Pedras, Gemas e Joias da região de Soledade.  Com este intuito, o diretor de Produção e Inovação da AGDI, Sergio Kapron, esteve na última quinta-feira (19) no Centro Tecnológico de Pedras, Gemas e Joias do Rio Grande do Sul (CT Pedras) em Soledade, onde apresentou à comunidade as primeiras ações apoiadas pelo Programa de APLs do Governo do Estado voltadas para o setor.
Entre as medidas, Kapron destacou os investimentos para estruturar a coordenação do APL, a elaboração de um Catálogo de novos produtos, com design e mercados e o projeto de extensão produtiva e de inovação para o Arranjo. “São ações que começam a se concretizar como uma firme resposta do Governo Tarso Genro ao combate às desigualdades regionais”, avaliou.
Conforme Kapron, os recursos são um estímulo para o esforço da comunidade e incluem R$ 160 mil investidos diretamente na região mais R$ 520 mil que devem beneficiar, entre outras localidades, também a região de Soledade. “O fundamental do projeto é a cooperação da comunidade em elaborar sugestões e, dessa forma, receber mais apoio”, afirmou. Todas essas iniciativas contam com contrapartida da UPF, que em junto com a Prefeitura de Soledade, Sindipedras, UFRGS e Governo Federal mantêm o CT Pedras. “A UPF é nossa parceira prioritária e organizará extensionistas para fazer a capacitação dos profissionais ligados ao setor de pedras”, explicou o diretor da AGDI.
O diretor do Instituto de Ciências Exatas e Geociências (Iceg/UPF) Cristiano Cervi participou da apresentação representando a Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários e salientou a intenção dos projetos da UPF de qualificar a comunidade para possa buscar soluções para suas demandas. “Outra iniciativa que merece destaque é o serviço que a Universidade presta à comunidade por meio de apoio técnico qualificado, pois temos alunos, professores e funcionário que podem contribuir com as demandas locais. Essa é uma forma de extensão que auxilia a população a se desenvolver por conta própria”, observou.
Para o diretor da UPF Soledade Idioney Oliveira Viera a atuação da Universidade vem sendo de grande importância para a região, em especial aos pedristas, como são chamados os produtores locais de pedras. “A UPF faz parte desse projeto desde 2006 e o Campus Soledade vem capitaneando ações com relação à atualização do setor. Essas iniciativas ilustram o compromisso social e comunitário da Universidade”, considerou.
O coordenador do CT Pedras e professor da UPF Juliano Tonezer relatou que mais de 500 pessoas já participaram de cursos no Centro, e que essa qualificação já vem apresentando resultados. “Várias novidades já foram implantadas e vem beneficiando os produtores locais”, explicou. Conforme o prefeito de Soledade Gelson Renato Cainelli, esse trabalho visa agregar valor à produção de pedras. “Não queremos que a região seja um mero corredor de exportação do produto bruto. Por isso, nossos esforços são no sentido de viabilizar um polo de manufaturados. Agora, com o decisivo apoio do Governo do Estado, temos um reforço positivo”, avaliou.