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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Politica de apoio ao desenvolvimento dos APLs

POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais Versão para Discussão do GT Interministerial Versão Final (16/04/2004) ] Apresentação Uma das vertentes da estratégia de atuação do Governo Federal para o desenvolvimento do país consiste na realização de ações integradas de políticas públicas para Arranjos Produtivos Locais (APLs) 1 . O primeiro desafio à adoção dessa estratégia é o de mudar a lógica individualizada de atuação por parte dos vários órgãos governamentais e nãogovernamentais que atuam com o tema do desenvolvimento local e regional, em diferentes níveis de abordagem. Outro desafio é o de complementar, com a abordagem de arranjos produtivos locais, os esforços de aumento de competitividade das diversas cadeias produtivas, que já vêm sendo realizados por diversos órgãos de governo e muitas outras instituições de apoio. Está claro que nenhum órgão ou instituição, individualmente, detém a capacidade de enfrentar o desafio do desenvolvimento do país de modo integral. outros, para a melhoria da capacitação gerencial e profissional das empresas outros ainda, para a disponibilização de crédito finalmente outros, para a difusão de formas cooperativas ou associativas, entre tantos temas a serem tratados nos APLs. A partir do reconhecimento da necessidade de somar esforços em busca do desenvolvimento do país, iniciou-se uma articulação entre os órgãos interessados, com vistas à elaboração de uma estratégia de atuação conjunta. Esta iniciativa resultou na criação de um Grupo de Trabalho, inicialmente decaráter informal, reunindo representantes de diversos Ministérios e outras 1 Vamos utilizar o termo Arranjo Produtivo Local (APL) de uma forma mais livre do que usualmente utilizada por acadêmicos. A menor acuidade no uso desse termo neste documento requer que haja um número significativo de empreendimentos e de indivíduos que atuam em torno de uma atividade produtiva predominante, e que compartilhem formas percebidas de cooperação e algum mecanismo de governança. 4 instituições, iniciando-se a partir de abril de 2003, um movimento em favor da abordagem de APL. Tendo sido reconhecido sua importância, o tema foi incluído como política de governo no Plano Plurianual de 2004-2007 e nos documentos que tratam das políticas nacionais de desenvolvimento. Em seguida, foi formalizado o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais, com caráter interinstitucional. Alguns podem contribuir para o esforço dirigido ao aumento das exportações, out

POLITICAS PÚBLICAS PARA APLs

Políticas Públicas para Arranjos Produtivos Locais A partir de seu desenvolvimento no final dos anos 90, a abordagem de arranjos produtivos locais (APLs) teve difusão rápida no país, substituindo termos afins na grande maioria das agendas de políticas. Desde então, os esforços realizados para o seu entendimento e promoção foram pioneiros e importantes, com um intenso processo de aprendizado e de incorporação de conhecimentos. A adoção generalizada do termo levou à inclusão de APLs como prioridade do governo federal, formalizada nos seus Planos Plurianuais desde 2000, no Plano Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação 2007-2010 e na Política de Desenvolvimento Produtivo 2008-2013, entre outros. Destaca-se particularmente a criação de uma instância de coordenação das ações de apoio a APLs no país, o Grupo de Trabalho Permanente para APLs (GTP APL), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e integrado por 33 instituições públicas e privadas. Estes esforços contribuíram para a adesão ao termo para além da esfera pública federal, estimulando a criação de Núcleos Estaduais de Apoio a APLs em cada uma das Unidades da Federação, além de iniciativas privadas de organismos de representação empresarial e de agências internacionais. Como resultado, há mais de uma década, ações de apoio a atividades produtivas com foco no território passaram a ser organizadas a partir da noção de APLs . Em todo o país, iniciativas públicas do governo federal, dos estados e municípios, além dos esforços privados, pautam-se na abordagem de arranjos produtivos, com destaque, também, para a atuação dos bancos, públicos e privados, que reconhecem a importância da disponibilização de crédito em APLs. Consolidou-se, assim, a percepção de que conceitos restritos, modelos únicos, taxonomias e metodologias descontextualizadas e mapeamentos baseados em indicadores econômicos convencionais não captam a realidade do país e consideram apenas partes dos sistemas de produção e inovação. Tais considerações vêm estimulando o desenho de modelos de desenvolvimento mais abrangentes e adequados às especificidades e heterogeneidade, e que valorizem as questões regional, social, cultural, ambiental, tecnológica, organizacional e de inovação, próprias ao caso brasileiro.

Estudo de localização do arranjo produtivo local-apl da banana no estado do Rio de Janeiro. 2009.

Estudo de localização do arranjo produtivo local-apl da banana no estado do Rio de Janeiro. 2009. Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Gilberto Carlos ... Participação em banca de Adnré Luiz Funcke. Estudo de localização do arranjo produtivo local-apl da banana no estado do Rio de Janeiro. 2009. Dissertação ... Gilberto Carlos Cerqueira Mascarenhas Doutor em Desenvolvimento e Agricultura, mestre em Economia Rural, especialista em Desenvolvimento Regional e graduado em Engenharia Agronômica . Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual de Santa Cruz e trabalha no Ministério da Agricultura, no Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário. Na área de ensino atua em disciplinas voltadas para metodologia de pesquisa, comercialização e marketing, economia dos recursos naturais, redes sociais e propriedade intelectual. Desenvolve ações de pesquisa e extensão nas áreas de desenvolvimento sustentável, produção familiar, comércio justo, economia solidária, associativismo, indicações geográficas, produtos orgânicos e agroecológicos, estudos de mercado e comercialização. (Texto informado pelo autor) Última atualização do currículo em 10/08/2010 Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/8554487794078989

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PROJETO II ENCONTRO TÉCNICO-ECONÔMICO DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA BANANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PROJETO II ENCONTRO TÉCNICO-ECONÔMICO DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA BANANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TEMA “Arranjo Produtivo Local da Banana – contribuições para uma estratégia de desenvolvimento” Rio de Janeiro - RJ - Brasil Local: Clube de Engenharia, Avenida Rio Branco, n.0 124, 200 andar, Auditório. 1. IDENTIFICAÇÃO Evento: II Encontro Técnico-Econômico do Arranjo Produtivo Local da Banana do Estado do Rio de Janeiro. ������ Coordenação: CLUBE DE ENGENHARIA- UFRRJ- FAPUR. Apoio: Ministério da Agricultura (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); Emater; Pesagro; INEA; Firjan; Secretaria Estadual de Agricultura (RJ); Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu e Macaé, Rio de Janeiro, Rezende). ������ Abrangência: MUNICÍPIOS: Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu e Macaé, Rio de Janeiro, Rezende. ������ Período: 16; 17 e 18 de novembro de 2010. ������ Público Alvo: Produtores e Empreendedores rurais, agricultores familiares, instituições governamentais e entidades não governamentais, profissionais e pesquisadores das Ciências Agrárias, professores, estudantes e demais interessados na discussão do Arranjo Produtivo Local da Banana do Rio de Janeiro. 2- OBJETIVOS 2.1-Geral: • Apresentar os resultados dos grupos de trabalho do APL da Banana do Rio de Janeiro e as experiências das instituições e organizações públicas e privadas em empreendedorismo e em associativismo. • Discutir as características sociais, econômicas e ambientais da cultura da banana nos municípios do Rio de Janeiro, visando definir uma política pública para apoiar o desenvolvimento sustentável da produção agrícola na região.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL

O que é um APL?

Os APLs – Arranjos Produtivos Locais – são aglomerações de empresas com a mesma especialização produtiva e que se localizam em um mesmo espaço geográfico. As empresas dos APLs mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si, contando também com apoio de instituições locais como Governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.

Participar de um APL fortalece as empresas, pois juntas formam um grupo articulado e importante para a sua região, facilitando a interação com o governo, associações empresariais, associações de produtores, órgãos públicos, instituições de crédito de ensino e de pesquisa. Além disso, torna os participantes mais articulados, trabalhando de forma cooperativa e trocando informações entre si, gerando melhorias e novas idéias entre todos.

No Arranjo Produtivo Local o grupo de empresas também tem objetivos comuns e um comitê gestor, que acompanha um plano de trabalho estabelecido pelo grupo.

Os APLs são difundidos em tudo o mundo, mas é na Europa que eles têm a maior difusão: somente na Itália são 145, com 212.500 empresas e representando 27% do PIB, 42% dos empregos e 47% das exportações.
INFORME SEBRAE



http://www.mundosebrae.com.br/como-manter-um-blog-de-sucesso/

FESTA DA MORANGA E DA MANDIOCA

Queluz: 10ª Festa da Moranga e da Mandioca começa na próxima quinta (28)

Posted: 27 Apr 2011 06:35 AM PDT

Na próxima quinta-feira, dia 28, começa a 10ª edição de um dos maiores festivais gastronômicos da região, a Festa da Moranga e da Mandioca, na cidade de Queluz.

domingo, 17 de abril de 2011

ABERTURA DO II ENCONTRO APL DA BANANA

ABERTURA DO II ENCONTRO DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA BANANA NO RIO DE JANEIRO
RIO DE JANEIRO, NOVEMBRO DE 2010
REALIZAÇÃO CLUBE DE ENGENHARIA, UNIVERSIDADE RURAL, CREA-RJ E FAPURJ.

Vídeo
LINK para o Portal do CREA_RJ para ver entrar no Portal do CREA-Rj Multimidia.

http://app.crea-rj.org.br/cme/ LINK PARA MULTIMIDIA DO CREA-RJ

http://app.crea-rj.org.br/cme/CMS.fatto?idSecao=053B6970-12F8-A63F-2041-F9428638C906&funcao=verVideo&idMateria=5B356356-F4C7-ED86-F7C5-B870FC15F654





http://app.crea-rj.org.br/cme/CMS.fatto?idSecao=002A7A97-1FA1-D5CE-05A9-1B1978AE8FBC